A Amnistia Internacional destacou, na edição de 2 de abril do relatório “Dois Minutos para os Direitos Humanos”, várias preocupações em diferentes regiões do mundo, alertando para violações e riscos crescentes.
Na questão da Palestina, a organização pede a revogação urgente de alterações legislativas aprovadas no Knesset que alargam o uso da pena de morte, apelando à pressão internacional sobre Israel.
No continente americano, o alerta incide sobre o Mundial de Futebol 2026, que decorrerá no Canadá, México e Estados Unidos. A Amnistia refere riscos de violações de direitos humanos, nomeadamente ligados a políticas de imigração e restrições à liberdade de expressão.
Na Europa, a organização critica a decisão do Parlamento Europeu de avançar com medidas mais restritivas em matéria de migração, considerando que podem comprometer direitos fundamentais e o devido processo legal.
Relativamente a Israel, a Amnistia acusa a FIFA de falhar na aplicação das suas regras ao não sancionar clubes sediados em colonatos considerados ilegais.
Por fim, no Irão, a organização critica declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, alertando para os riscos de ataques a infraestruturas energéticas e defendendo a retirada de ameaças que possam afetar milhões de civis.
A Amnistia Internacional sublinha a necessidade de reforçar o respeito pelos direitos humanos num contexto global cada vez mais desafiante.